Melhores marcas de suplementos em Portugal: ranking 2026
Ranking das melhores marcas de suplementos em Portugal: Prozis, Zumub, MyProtein, HSN e Optimum Nutrition comparadas em preço e qualidade.
Escolher a marca antes do produto é o atalho mais eficiente para quem está a começar. Em Portugal o mercado está dominado por meia dúzia de nomes, e as diferenças entre eles são mais de preço, transparência e prazo de entrega do que de eficácia. Este é o nosso ranking de 2026, construído a partir de três critérios: rótulo discriminado, preço por dose útil e experiência de compra em território nacional.
Como avaliámos
O ranking
1. Prozis — a mais completa em Portugal
Marca portuguesa, gama enorme e entrega em 24 a 48 horas. É a que mais frequentemente tem o produto que procuras, seja creatina, whey ou alimentação funcional.
Forte em: variedade, campanhas agressivas, logística nacional, opções Creapure®.
Fraca em: preços de tabela pouco atrativos fora de promoção; algumas fórmulas de pré-treino subdoseadas.
Para quem: quem quer resolver tudo numa encomenda e acompanha promoções.
2. Zumub — a melhor relação preço/dose
Também portuguesa, com marca própria construída sobre um princípio simples: menos marketing, preço mais baixo. A creatina da Zumub em formato de 1 kg é das compras mais económicas do mercado nacional.
Forte em: preço por dose, formatos grandes, catálogo multimarca.
Fraca em: menos certificações desportivas declaradas; fórmulas mais simples.
Para quem: quem compra o essencial (creatina, whey, vitaminas) e quer o custo mais baixo.
3. MyProtein — a mais consistente em certificação
A marca britânica continua a ser referência em controlo de qualidade, com vários produtos sob Informed Sport — relevante para atletas federados. A Impact Whey é provavelmente a whey mais vendida da Europa.
Forte em: certificação antidoping, consistência entre lotes, análises publicadas.
Fraca em: prazos de entrega mais longos em Portugal; preços de tabela inflacionados que só compensam em campanha.
Para quem: atletas testados e quem valoriza rastreabilidade acima da rapidez.
Vê a análise completa dos suplementos MyProtein.
4. HSN — a melhor em rótulo limpo
A marca espanhola tem uma abordagem minimalista: poucos ingredientes, doses claras, versões sem aditivos. A Evowhey é dos melhores exemplos de whey com rótulo honesto na Península Ibérica.
Forte em: transparência, versões sem edulcorantes, entrega ibérica rápida.
Fraca em: gama mais estreita; menos campanhas.
Para quem: quem lê rótulos e quer o mínimo de aditivos.
5. Optimum Nutrition — a referência histórica
A Gold Standard Whey é o produto mais testado independentemente da categoria. Qualidade consistente há duas décadas, mas com um prémio de preço que já não se justifica tão bem como há dez anos.
Forte em: consistência, sabor, disponibilidade em lojas físicas.
Fraca em: preço por quilo dos mais altos; pouca inovação.
Para quem: quem prefere o valor seguro e não quer arriscar.
Comparação direta
E as marcas de supermercado?
O Continente, o Pingo Doce e o Lidl passaram a vender creatina e proteína. A qualidade é aceitável — creatina monohidratada é creatina monohidratada — mas o preço por dose é quase sempre superior, porque as embalagens são pequenas. Servem para experimentar sem esperar por uma entrega, não para uso continuado.
Marcas a evitar
Sem apontar nomes, há três sinais de alarme que se aplicam a qualquer marca:
1. Fórmulas proprietárias ("blend exclusivo, 4500 mg") sem discriminar cada ingrediente.
2. Promessas hormonais em suplementos alimentares — nenhum pó legal em Portugal aumenta significativamente a testosterona.
3. Ausência de morada fiscal europeia no rótulo ou no site.
Qual escolher, afinal
- Um só sítio para tudo: Prozis.
- O preço mais baixo por dose: Zumub.
- Atleta federado sujeito a controlo antidoping: MyProtein.
- Rótulo mais limpo possível: HSN.
- Valor seguro e conhecido: Optimum Nutrition.
E a regra que vale mais do que a marca: os resultados vêm dos três ou quatro suplementos com evidência real — creatina, proteína, cafeína e vitamina D — tomados de forma consistente. A marca decide quanto pagas, não se funciona.